A tal da bactéria, pense numa bichinha poderosa, pequena como ela só, mas com uma força enorme, capaz de derrubar seres muito maiores do que ela.
Semana passada, por exemplo, uma resolveu se esconder dentro de um belo cachorro-quente e advinha quem comeu o bendito? Exatamente, euzinho comi o delicioso lanche, logo depois ela começou seu trabalho. Derrubou-me de jeito, por dois dias tendo dores terríveis (cabeça, barriga, etc.), febre alta, mas em compensação fui coroado rei e passei a despachar direto do trono branco lá de casa.
Nesses dias em que estava à base de maçã, goiaba, banana, arroz branco, carne grelhada, soro caseiro, água de côco, etc. Passei a tomar mais cuidado com alimentação e tomar decisões de como mudá-la para não precisar me encontrar de novo com a tal da bactéria.
Recomendo que todos tenham cuidado na hora de fazerem lanches tipo: baurus, cachorros-quente, coxinhas, pasteis, churrasquinhos, etc. O que comi e causou todo esse estrago foi num lugar que sempre como, portando recomendo atenção dobrada a todos e tenham uma boa digestão.
P.S.: PUBLICADO ORIGINALMENTE NO DIA 01/05/2007 NO SITE:
http://www.geriberto.blig.ig.com.br
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Prostituição em vários momentos da história
2000 A.C. - Uma de cada lado
A separação social ente esposas e prostitutas é tão antiga quanto a própria atividade. Já na Suméria, códigos de conduta limitam os direitos das prostitutas.
1100 A.C – Vestindo a carapuça
Os assírios proíbem o uso do véu. Em 1351, um ato impõe o uso de capuz “para que saibam de que classe elas são”. Em 1535, o rei inglês Henrique VIII cria uma identificação mais eficaz: ordena que os rostos sejam queimados com ferro.
400 A.C. – Naturalidade
Sexo e erotismo são encarados de forma natural pelos romanos. Sem moralismos, a sociedade encarava a prostituição como uma profissão comum durante o império Romano. Antes disso os gregos chegavam a encarar a prostituição como algo sagrado.
Século V – A igreja não gosta
A igreja católica transforma em pecado todas as formas de prazer e limita o sexo ao casamento. As prostitutas passam a ser excomungadas e os homens instruídos a se manter bem longe delas.
Século XII – Sem direitos
Juristas franceses preparam as primeiras leis sobre prostituição, negando às mulheres direitos básicos como testemunhar em tribunais. O código das leis da Normandia foi mais longe e legalizou o estupro de prostitutas.
Também no século XII o rei Henrique II baixou um decreto diozento que a igreja poderia explorar comercialmente os bordéis de algumas cidades inglesas. Foi esse dinheiro que ergueu centenas de igrejas pela Inglaterra.
Século XV – Faça o que eu falo
A igreja continua sua obsessão contra prostitutas, o que não impede os homens do clero de transformar mosteiros em locais pouco cristãos.
Século XVI – No combate
Nem leis, nem apelos religiosos. A única arma eficiente contra a prostituição são as doenças sexualmente transmissíveis – um fato que não mudou muito. O aparecimento da sífilis na Europa traz uma onda de aversão contra a atividade.
Século XVIII – Revolução sexual
A revolução industrial faz da prostituição uma atividade tentadora. Nas fábricas, as jornadas de trabalho são desumanas e os salários, miseráveis. A cafetinagem se torna uma opção de vida para os homens.
Também nesse século o médico alemão Lippert faz uma descrição física das prostitutas: olhos penetrantes, cabelo escasso e voz rouca, “característica fisiológica da mulher que perdeu suas funções próprias – aquelas de mãe”. Era a ciência procurando explicações para a prostituição.
Século XIX – Regras, regras e mais regras
Mulheres começam a ser controladas, registradas e obrigadas a passar por exames médicos regulares. Uma corrente abolicionista surge nessa época e espera que prostitutas se arrependam e assumam uma “vida digna”.
Século 20 – Levantando a voz
Prostitutas começam a se organizar. Já não estão dispostas a deixar que os outros decidam o que é melhor para elas. Hoje existem dezenas de grupos e associações, em todo o mundo, que lutam pelo direito de mulheres que vendem serviços sexuais.
A separação social ente esposas e prostitutas é tão antiga quanto a própria atividade. Já na Suméria, códigos de conduta limitam os direitos das prostitutas.
1100 A.C – Vestindo a carapuça
Os assírios proíbem o uso do véu. Em 1351, um ato impõe o uso de capuz “para que saibam de que classe elas são”. Em 1535, o rei inglês Henrique VIII cria uma identificação mais eficaz: ordena que os rostos sejam queimados com ferro.
400 A.C. – Naturalidade
Sexo e erotismo são encarados de forma natural pelos romanos. Sem moralismos, a sociedade encarava a prostituição como uma profissão comum durante o império Romano. Antes disso os gregos chegavam a encarar a prostituição como algo sagrado.
Século V – A igreja não gosta
A igreja católica transforma em pecado todas as formas de prazer e limita o sexo ao casamento. As prostitutas passam a ser excomungadas e os homens instruídos a se manter bem longe delas.
Século XII – Sem direitos
Juristas franceses preparam as primeiras leis sobre prostituição, negando às mulheres direitos básicos como testemunhar em tribunais. O código das leis da Normandia foi mais longe e legalizou o estupro de prostitutas.
Também no século XII o rei Henrique II baixou um decreto diozento que a igreja poderia explorar comercialmente os bordéis de algumas cidades inglesas. Foi esse dinheiro que ergueu centenas de igrejas pela Inglaterra.
Século XV – Faça o que eu falo
A igreja continua sua obsessão contra prostitutas, o que não impede os homens do clero de transformar mosteiros em locais pouco cristãos.
Século XVI – No combate
Nem leis, nem apelos religiosos. A única arma eficiente contra a prostituição são as doenças sexualmente transmissíveis – um fato que não mudou muito. O aparecimento da sífilis na Europa traz uma onda de aversão contra a atividade.
Século XVIII – Revolução sexual
A revolução industrial faz da prostituição uma atividade tentadora. Nas fábricas, as jornadas de trabalho são desumanas e os salários, miseráveis. A cafetinagem se torna uma opção de vida para os homens.
Também nesse século o médico alemão Lippert faz uma descrição física das prostitutas: olhos penetrantes, cabelo escasso e voz rouca, “característica fisiológica da mulher que perdeu suas funções próprias – aquelas de mãe”. Era a ciência procurando explicações para a prostituição.
Século XIX – Regras, regras e mais regras
Mulheres começam a ser controladas, registradas e obrigadas a passar por exames médicos regulares. Uma corrente abolicionista surge nessa época e espera que prostitutas se arrependam e assumam uma “vida digna”.
Século 20 – Levantando a voz
Prostitutas começam a se organizar. Já não estão dispostas a deixar que os outros decidam o que é melhor para elas. Hoje existem dezenas de grupos e associações, em todo o mundo, que lutam pelo direito de mulheres que vendem serviços sexuais.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
INSENSATEZ !
Não é de estranhar que muitos duvidem que o Brasil seja um país sério, como disse certa vez uma autoridade francesa, pois os atos e palavras daqueles que comandam o mesmo falam por si:
Ao ser perguntada sobre o que dizer aos turistas diante dos recentes problemas nos aeroportos, a ministra do turismo, que é sexóloga, afirmou: “Relaxa e goza porque você vai esquecer dos transtornos”. Depois disse que uma das medidas para reduzir os atrasos nos aeroportos é investimento em novas aeronaves pelas companhias aéreas. “Mas esse não é um problema só do Brasil, é um problema mundial”, minimizou.
Em entrevista à imprensa, aparentando alegria e comentando o caos aéreo, o ministro Guido Mantega afirmou que os atrasos de vôos são causados pelo "aumento do fluxo de tráfego por causa da prosperidade do país".
"Em determinados cargos, a gente não diz aquilo que pensa nunca; a gente faz quando pode e, se não pode, a gente deixa como está para ver como é que fica", ensinou o presidente Lula no último dia 17 de julho.
Diante destes comentários não é de estranhar o que aconteceu em uma escola de nível médio, aqui em Parnamirim, onde uma coordenadora criticou um dos funcionários por tocar cinco minutos mais cedo (na verdade o horário de encerrar as aulas é as vinte e duas horas e não as vinte e uma e cinqüenta e cinco), argumentando ela que em virtude da greve os alunos teriam perdido muitas aulas e qualquer tempo perdido seria prejudicial ao seu aprendizado.
Foi lembrado então que se devia pelo menos começar as aulas no horário correto, dezenove horas e não com os atrasos costumeiros de quinze minutos ou mais, quando ela retrucou que aí já é outro problema e que não queria que algo assim se repetisse, referindo-se ao adiantar o encerramento das aulas.
Esquece ela que o aprendizado dos alunos do turno noturno já é prejudicada pelo fato de muitos, salvo algumas exceções, trabalharem durante o dia, e fazem um grande sacrifício para estudar a noite, estando já cansados das labutas do dia-a-dia e cinco minutos a menos as vezes é mais salutar e útil ao aprendizado do que cinco minutos a mais.
Quanto a greve, espero que as aulas que não foram dadas no período em questão sejam repostas de verdade e não como costumeiramente é feito e algumas instituições de ensino onde as mesmas são pagas com reuniões e trabalhos para os alunos fazerem em casa. Isso sim acarreta danos a aprendizagem.
Finalizo usando uma frase do professor Elcio Abdalla, catedrático da USP: "Quem quer competir com os melhores não tem tempo para greve"
Ao ser perguntada sobre o que dizer aos turistas diante dos recentes problemas nos aeroportos, a ministra do turismo, que é sexóloga, afirmou: “Relaxa e goza porque você vai esquecer dos transtornos”. Depois disse que uma das medidas para reduzir os atrasos nos aeroportos é investimento em novas aeronaves pelas companhias aéreas. “Mas esse não é um problema só do Brasil, é um problema mundial”, minimizou.
Em entrevista à imprensa, aparentando alegria e comentando o caos aéreo, o ministro Guido Mantega afirmou que os atrasos de vôos são causados pelo "aumento do fluxo de tráfego por causa da prosperidade do país".
"Em determinados cargos, a gente não diz aquilo que pensa nunca; a gente faz quando pode e, se não pode, a gente deixa como está para ver como é que fica", ensinou o presidente Lula no último dia 17 de julho.
Diante destes comentários não é de estranhar o que aconteceu em uma escola de nível médio, aqui em Parnamirim, onde uma coordenadora criticou um dos funcionários por tocar cinco minutos mais cedo (na verdade o horário de encerrar as aulas é as vinte e duas horas e não as vinte e uma e cinqüenta e cinco), argumentando ela que em virtude da greve os alunos teriam perdido muitas aulas e qualquer tempo perdido seria prejudicial ao seu aprendizado.
Foi lembrado então que se devia pelo menos começar as aulas no horário correto, dezenove horas e não com os atrasos costumeiros de quinze minutos ou mais, quando ela retrucou que aí já é outro problema e que não queria que algo assim se repetisse, referindo-se ao adiantar o encerramento das aulas.
Esquece ela que o aprendizado dos alunos do turno noturno já é prejudicada pelo fato de muitos, salvo algumas exceções, trabalharem durante o dia, e fazem um grande sacrifício para estudar a noite, estando já cansados das labutas do dia-a-dia e cinco minutos a menos as vezes é mais salutar e útil ao aprendizado do que cinco minutos a mais.
Quanto a greve, espero que as aulas que não foram dadas no período em questão sejam repostas de verdade e não como costumeiramente é feito e algumas instituições de ensino onde as mesmas são pagas com reuniões e trabalhos para os alunos fazerem em casa. Isso sim acarreta danos a aprendizagem.
Finalizo usando uma frase do professor Elcio Abdalla, catedrático da USP: "Quem quer competir com os melhores não tem tempo para greve"
sábado, 6 de outubro de 2007
Hamilton vibra ! – Massa e Alonso reclamam !

Na madrugada de sexta para sábado, Hamilton fez a pole e deixou para trás Kimi Raikkonen, Felipe Massa e Fernando Alonso. Enquanto ele comemorava os outros procuravam desculpas para o seu mau desempenho durante a temporada.
Para Kimi: “O treino foi normal”, e espera um melhor desempenho durante a corrida.
Segundo Massa: “Alguém quer que Hamilton vença" e consequentemente estão lhe favorecendo.
Já Alonso diz: "Fosse eu, teria sido punido", se referindo ao caso do safety-car no gp do Japão, quanto a quarta colocação no grid disse: “todas as minhas voltas foram boas e vamos esperar que seja algo relativo à quantidade de combustível do carro”.
Na minha humilde opinião o campeão da temporada é Lewis Hamilton, pela competência, persistência, dedicação e por estar no lugar certo, na hora certa e com talento de sobra.
Leiam o que disseram sobre ele os principais dirigentes da F1:
“um piloto especial. Uma vez a cada dez anos os pilotos especiais aparecem, como Ayrton (Senna) e Michael (Schumacher). É um acontecimento raro, fantástico e histórico para a F-1.” - Frank Williams
“Normalmente, um estreante talentoso não pilota para uma equipe de ponta. Ele teve a oportunidade e usou bem. Temos que ter respeito e admiração pelo que ele fez neste ano”. - Jean Todt,
“Lewis Hamilton vem sendo uma verdadeira lufada de ar fresco e ressuscitou a F-1. Estou no esporte a motor há muito tempo para tentar lembrar de um, mas nunca vi nada como ele. Perdemos um grande herói em Michael Schumacher, mas ganhamos outro com Lewis”. - Bernie Ecclestone
“Ele quebrou mais recordes que qualquer outro estreante e eu acho que eles falam por si. Suas ações falam mais alto que palavras. Ele é um talento excepcional e tenho certeza que quebrará mais recordes no futuro”. - Ron Dennis
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
40 anos, num corpinho de 39 e 12 meses!
Hoje, faz exatamente 40 anos que chorei pela primeira vez...
Foi algo diferente! Pela primeira vez via o mundo, tudo muito claro, muito barulhento, cheio de pessoas que eu não conhecia.
Tudo novidade, há única certeza era o fato de não saber nada sobre nada e que dependia em tudo de todos os que estavam ao meu redor.
Hoje, passado todo esse tempo, tenho a seguinte certeza: aprendi algumas coisas, não tudo que eu queria; conheci muitas pessoas, nem todas que eu queria; vivi muitas situações, nem todas entendi; acertei em alguns casos, errei em outros, tive muitas oportunidades, algumas aproveitei outras não!
Motivos de alegria, vários; motivos de tristeza, inúmeros, sensações de felicidade, incontáveis.
Como disse o rei Roberto Carlos: “se chorei ou se sorri o importante é que emoções eu vivi”.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
É t i c a !
Muito se tem falado ultimamente sobre ética. É conselho de ética, falta de ética de profissionais e pessoas, quebra de decoro parlamentar, etc.
Mas afinal de contas o que é ética?
Segundo o Dicionário Aurélio:
sf 1. Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana, do ponto de vista do bem e do mal.
2. Conjunto de normas e princípios que norteiam a boa conduta do ser humano.
Segundo o Dicionário Houaiss:
Sf 1. Conjunto de preceitos sobre o que é moralmente certo ou errado.
2. Parte da filosofia dedicada aos princípios que orientam o comportamento humano.
Segundo o site: http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx", que é um dicionário de língua portuguesa on-line:
do Lat. ethica < Gr. ethikés. f., ciência da moral; moral; Filos., disciplina filosófica que tem por objeto de estudo os julgamentos de valor na medida em que estes se relacionam com a distinção entre o bem e o mal.
Por que toquei nesse assunto? Bom é o tema do momento, vide caso Renangate e julgamento no Supremo Tribunal Federal contra os indiciados no mensalão.
Leiam o comentário do parlamentar do Rio de Janeiro Valdeci Paiva (PSL), que é suspeito da morte do deputado Marcos Abrahão (PRTB) de que era suplente, no site: http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=193017:
“— Não existe ética no meio político. Existe conveniência. Se for conveniente cassarem alguém, cassam. Se não, esquecem. É tudo uma politicagem nojenta.”
Mas, no meu entender, a questão maior é que muita gente desconhece o que venha a ser ética. Recentemente vi uma discussão em que uma pedagoga falava com uma funcionária de uma escola e dizia lhe seguinte: olhe, quando você falta, é falta de ética com os seus colegas que vem trabalhar, quando você não faz o seu trabalho, é falta de ética com seus superiores, etc.
Mas onde será que estou querendo chegar? O fato é que a pedagoga que cobrava tanto da funcionária a ética nos seus afazeres, estava lhe chamando atenção na frente de outros colegas de trabalho e de alunos que passavam pelo corredor. Sim, isso mesmo, o presente fato aconteceu no corredor da escola, pra todos verem e ouvirem.
Será que não faltou ética a pedagoga que cobrava tanto da funcionária em questão?
Quem quiser pode comentar!
Mas afinal de contas o que é ética?
Segundo o Dicionário Aurélio:
sf 1. Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana, do ponto de vista do bem e do mal.
2. Conjunto de normas e princípios que norteiam a boa conduta do ser humano.
Segundo o Dicionário Houaiss:
Sf 1. Conjunto de preceitos sobre o que é moralmente certo ou errado.
2. Parte da filosofia dedicada aos princípios que orientam o comportamento humano.
Segundo o site: http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx", que é um dicionário de língua portuguesa on-line:
do Lat. ethica < Gr. ethikés. f., ciência da moral; moral; Filos., disciplina filosófica que tem por objeto de estudo os julgamentos de valor na medida em que estes se relacionam com a distinção entre o bem e o mal.
Por que toquei nesse assunto? Bom é o tema do momento, vide caso Renangate e julgamento no Supremo Tribunal Federal contra os indiciados no mensalão.
Leiam o comentário do parlamentar do Rio de Janeiro Valdeci Paiva (PSL), que é suspeito da morte do deputado Marcos Abrahão (PRTB) de que era suplente, no site: http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=193017:
“— Não existe ética no meio político. Existe conveniência. Se for conveniente cassarem alguém, cassam. Se não, esquecem. É tudo uma politicagem nojenta.”
Mas, no meu entender, a questão maior é que muita gente desconhece o que venha a ser ética. Recentemente vi uma discussão em que uma pedagoga falava com uma funcionária de uma escola e dizia lhe seguinte: olhe, quando você falta, é falta de ética com os seus colegas que vem trabalhar, quando você não faz o seu trabalho, é falta de ética com seus superiores, etc.
Mas onde será que estou querendo chegar? O fato é que a pedagoga que cobrava tanto da funcionária a ética nos seus afazeres, estava lhe chamando atenção na frente de outros colegas de trabalho e de alunos que passavam pelo corredor. Sim, isso mesmo, o presente fato aconteceu no corredor da escola, pra todos verem e ouvirem.
Será que não faltou ética a pedagoga que cobrava tanto da funcionária em questão?
Quem quiser pode comentar!
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Presentes Antecipados !

Essa semana é meu niver - já estou recebendo os presente galera... rsrsrs.
De sábado pra domingo recebi o primeiro presente. No gp do Japão a McLaren venceu com Hamilton na frente abrindo 12 pontos de diferença pra Alonso.
No domingo o Tricolor abre também 12 pontos de diferença pra o Cruzeiro.
É coisa boa demais num início de semana...
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