quarta-feira, 27 de agosto de 2014
O ABC DA SALVAÇÃO - 2ª PARTE
Frases e Pensamento - Projeto IV
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
O ABC DA SALVAÇÃO [PARTE 1] - por Wandeson Cunha
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Design Gráfico
quarta-feira, 7 de março de 2012
Vária mulheres em uma...
É preciso ser menina para poder ser feliz...
É preciso ser uma moça para poder ser questionadora...
É preciso ser educar para se desenvolver...
É preciso ser profissional para ter responsabilidade...
É preciso ser mão para dar valor a vida...
É preciso ficar madura para completar o ciclo...
É preciso ser mulher para entender todos esses processos!
Publicado originalmente em: http://blig.ig.com.br/geriberto/2010/03/06/varias-mulheres-em-uma/
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
O suplício dos sapatos
“Seu” Moreira era um senhor de 50 anos, representante de laboratório farmacêutico, o cliente mais antigo da sapataria do bairro onde morava, no subúrbio do Rio de Janeiro. Devido muito mais à barriga que à própria idade, tinha certa dificuldade para experimentar os sapatos e, por isso, não dispensava a ajuda do vendedor, que, com a humildade de sempre, agachava-se e, com uma calçadeira, empurrava aquele pé gordo para dentro do sapato escolhido. Puxava o cadarço e dava o nó, enquanto “seu” Moreira fazia cara de dor, como se chupasse limão azedo.
Curioso, porém, era que o homem nunca reclamava; pelo contrário, fazia questão de levar sapatos de um número menor que o seu. O vendedor, ainda que muito intrigado, não se julgava no direito de questionar a decisão do cliente, mas sempre lhe vinha à mente a mesma pergunta: “Por que ‘seu’ Moreira compra sempre sapatos menores?”
Num belo sábado à tarde, “seu” Moreira apareceu muito bem disposto à sapataria. Nem parecia que tinha perdido a esposa há pouco tempo. De fato, estava alegre e de bem com a vida. Escolheu um novo modelo de sapato, mais bonito e mais caro que o usual. Quando o vendedor lhe trouxe o número de sempre, sorriu e disse: “Não, meu bom amigo. Não uso mais esse número. Traga um maior, por favor.”
O sapato agora lhe coube como uma luva. Em vez de andar como se estivesse pisando em vidros, “seu” Moreira dava passos felizes e sorria quando andava. “Amigo, tenho certeza que muitas vezes o intriguei quando comprava um sapato de número menor que o meu e me obrigava a andar com aquelas dores nos pés. É que sendo muito malcasado, tinha uma esposa que me infernizava a vida, falando e reclamando durante todo o tempo que estava em casa. Quando no trabalho, eu me lembrava que, ao anoitecer, teria de voltar e suportá-la, consolava-me com o fato de que pelo menos em casa eu poderia tirar os sapatos que tanto me atormentavam e, por isso, sinto-me tão feliz! Fiquei viúvo e, portanto não preciso de sapatos pequenos.”
Quão maravilhosa é a esposa discreta, cujas palavras são sábias, mas quão terrível é aquela que “fala pelos cotovelos”, intrometendo-se em todos os assuntos, dando palpites, fazendo intrigas e transformando a vida do marido num verdadeiro infortúnio.
Na Bíblia há um versículo que serve de reflexão e alerta: “Melhor é morar no canto do eirado do que junto com a mulher rixosa na mesma casa.” (Provérbios 21:9 e 25:24)
Extraído da: Folha Universal, domingo 11 de setembro de 2011, pág 3i
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Um toque de classe !
Parnamirim recebeu nesta quinta-feira (22 de dezembro) “um toque de classe” com a presença do pianista Arthur Moreira Lima. Nascido no Rio de janeiro, Ele começou a estudar piano aos seis anos, e já aos nove tocava um concerto de Mozart com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Sendo um músico virtuoso é considerado um dos mais completos dos interpretes do repertório romântico, onde viaja do popular ao clássico.
Foi trazido a Parnamirim através do projeto Um Piano pela Estrada – Brasil Sertões 2, onde apresentou-se em várias cidades do interior do estado, tendo feito sua penúltima apresentação aqui.
Antes de encerrar sua apresentação falou da alegria em estar participando desse projeto levando cultura aos todos os rincões do Brasil, e também ressaltou o fato que o povo brasileiro é apaixonado pela cultura. Comparou sua apresentação, no meio da rua, a estar em uma sala de concertos na Europa, dada à contrição encontrada no público que o assistia.
Ao final do concerto foi aplaudido de pé após a execução da Grande Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro.
Parnamirim teve sim “um toque de classe” nessa noite.
